Costa Rica agora está nas minhas lembranças. Depois de dois anos sonhando em conhecer esse paraíso central, eis que esse momento chega e logo se vai. Duas semanas em um lugar tão lindo...
"Ah! Meu Deus! Por favor! Pare por um momento esse tempo! " Foi o que pensei, foi o que desejei, porém como o tempo não pára, me contentei em viver o CARPE DIEM. Vivi cada momento como se fosse a última vez e de forma intensa, se eu morresse depois disso, eu morreria feliz.
Em cada lugar, a cada amanhecer e pôr-do-sol, eu agradeci a Deus por estar ali. Agradeci pelo vento, pelas ondas, pelo mar, pela floresta, pelas flores. Tudo foi motivo de agradecimento! Afinal, eu estava tão encantada com toda aquela natureza ao meu redor, que só me restava isso, agradecer! Realmente Costa Rica é pura vida!
Pude viver, sentir, admirar cada lugar que visitei. Manuel Antônio, Puerto Viejo, La Fortuna, pude me sentir mais independente andando pelas agitadas ruas de São José e de Heredia, pude apreciar o tempero saboroso das comidas típicas sempre acompanhado do suco de piña, aprendi um pouco o espanhol, "muchas gracias", "con mucho gusto", "permiso". Conheci pessoas adoráveis e encantadoras e ao lado delas compartilhei momentos alegres e especiais...
Encantei-me por um rapaz, não pela beleza física, mas pela interior. Compartilhei com ele meus poucos dias em Costa Rica. Não se tratava de uma aventura ou de um simples passa tempo, mas sim de um momento pra se recordar com carinho, se tratava de algo que os poetas citam em seus versos“que seja eterno enquanto dure, que seja intenso enquanto há chamas”, correr riscos é fundamental, sem isso a vida não tem graça, sem isso a vida não tem histórias pra contar.
Depois de dias e noites felizes, meus dias em Costa Rica foram chegando ao fim, as horas foram se aproximando da partida. No aeroporto senti meu coração se dividindo em felicidade e tristeza. Felicidade por tudo que vivi, por tudo que aprendi e tristeza por me despedir, pois quando se está cativado, a despedida machuca e a partida faz doer.
Meus olhos se encheram de lágrimas quando o avião decolou, observei Costa Rica se distanciando de mim, se tornando pequena, se escondendo entre os vales e montanhas. A nuvens depois de um tempo foram se tornando as únicas paisagens aos meus olhos, Costa Rica já não estava mais ao meu alcance e então pensei: "Será que um dia vou voltar? Espero que sim!".
"Ah! Meu Deus! Por favor! Pare por um momento esse tempo! " Foi o que pensei, foi o que desejei, porém como o tempo não pára, me contentei em viver o CARPE DIEM. Vivi cada momento como se fosse a última vez e de forma intensa, se eu morresse depois disso, eu morreria feliz.
Em cada lugar, a cada amanhecer e pôr-do-sol, eu agradeci a Deus por estar ali. Agradeci pelo vento, pelas ondas, pelo mar, pela floresta, pelas flores. Tudo foi motivo de agradecimento! Afinal, eu estava tão encantada com toda aquela natureza ao meu redor, que só me restava isso, agradecer! Realmente Costa Rica é pura vida!
Pude viver, sentir, admirar cada lugar que visitei. Manuel Antônio, Puerto Viejo, La Fortuna, pude me sentir mais independente andando pelas agitadas ruas de São José e de Heredia, pude apreciar o tempero saboroso das comidas típicas sempre acompanhado do suco de piña, aprendi um pouco o espanhol, "muchas gracias", "con mucho gusto", "permiso". Conheci pessoas adoráveis e encantadoras e ao lado delas compartilhei momentos alegres e especiais...
Encantei-me por um rapaz, não pela beleza física, mas pela interior. Compartilhei com ele meus poucos dias em Costa Rica. Não se tratava de uma aventura ou de um simples passa tempo, mas sim de um momento pra se recordar com carinho, se tratava de algo que os poetas citam em seus versos“que seja eterno enquanto dure, que seja intenso enquanto há chamas”, correr riscos é fundamental, sem isso a vida não tem graça, sem isso a vida não tem histórias pra contar.
Depois de dias e noites felizes, meus dias em Costa Rica foram chegando ao fim, as horas foram se aproximando da partida. No aeroporto senti meu coração se dividindo em felicidade e tristeza. Felicidade por tudo que vivi, por tudo que aprendi e tristeza por me despedir, pois quando se está cativado, a despedida machuca e a partida faz doer.
Meus olhos se encheram de lágrimas quando o avião decolou, observei Costa Rica se distanciando de mim, se tornando pequena, se escondendo entre os vales e montanhas. A nuvens depois de um tempo foram se tornando as únicas paisagens aos meus olhos, Costa Rica já não estava mais ao meu alcance e então pensei: "Será que um dia vou voltar? Espero que sim!".
